Newsletter Semanal da FIESC  |  nº 330  |  04.09 até 11.09.2013  |  FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA
» FIESC defende mais investimentos para a região Serrana


Carlos Henrique da Fonseca apresentou os resultados da primeira etapa do PDIC (Foto: Elida Ruivo)
A Federação das Indústrias de Santa Catarina apresentou na quinta-feira (28) no Seminário de Economia e Desenvolvimento da Serra Catarinense, em Lages, o resultado da pesquisa que identificou os setores portadores de futuro na região. Entre os destaques do estudo está o crescimento da participação da região no Produto Interno Bruto (PIB), que nos últimos anos aumentou 49,2%. A indústria foi uma das principais responsáveis por essa elevação.

O resultado compõe documento do Programa de Desenvolvimento Industrial Catarinense (PDIC), elaborado pela FIESC para identificar as peculiaridades da indústria catarinense e traçar rotas estratégicas de desenvolvimento dos setores identificados nas seis mesorregiões do Estado. "Outro fator positivo na região é a baixa taxa de desemprego, umas das menores do Estado, e o crescimento da oferta de emprego na indústria", disse o diretor da FIESC, Carlos Henrique da Fonseca, destacando que o PDIC está na segunda etapa. A próxima fase do programa, que será concluído em 2014, contempla a elaboração de projetos que contribuam para o crescimento desses setores.

Mesmo com estes avanços, é preciso investir no fortalecimento da indústria por meio de pesquisa, inovação e educação. "Uma das iniciativas que converge para mudar esta realidade é o Movimento A Indústria pela Educação, liderado pela FIESC, e que tem repercutido de forma positiva em todo o Estado", defende Fonseca. Mais de 62% dos trabalhadores da região Serrana têm o ensino fundamental incompleto e apenas 15,8% têm o ensino médio completo, é o que aponta estudo realizado pela Federação as Indústrias de Santa Catarina (FIESC).

Paulo Guilhon, consultor da FIESC, falou sobre a conjuntura econômica catarinense. Ele destacou que o Estado é o quinto no Brasil em número de trabalhadores e de indústrias da construção civil. Além disso, tem a melhor distribuição de renda e a maior expectativa de vida. A indústria de transformação foi a terceira maior geradora de empregos no primeiro semestre. "Santa Catarina é sexto lugar mais atrativo para os investimentos e apresenta grande potencialidade econômica. No entanto, é preciso combater os fatores inibidores da competitividade como o custo logístico e a baixa qualificação da força de trabalho", salientou. "Para mudar é preciso reduzir a carga tributária e encarar a competitividade como prioridade da indústria", complementou. O seminário termina nesta quinta-feira, dia 29.

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Edição:Filipe Scotti e Dâmi Radin

Reportagem:Dâmi Radin, Elida Ruivo, Ivonei
Fazzioni e Gabrielle Bittelbrun