Newsletter Semanal da FIESC  |  nº 351  |  19.02 até 26.02.2014  |  FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA
Empresários de SC participam da missão Brasil-Paraguai

Empresários de Santa Catarina participam até quinta-feira (20) da missão empresarial Brasil-Paraguai, que visita Assunção e Ciudad del Este, as duas maiores cidades do Paraguai. A iniciativa é da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC). O grupo do Estado é liderado pelo vice-presidente regional da Federação, Tito Schmitt. Os industriais estão conhecendo as oportunidades de investimentos oferecidas pelo País andino, que cresceu 14,1% no ano passado. Para manter esse ritmo de expansão da economia, o Paraguai montou um plano de atração de investimentos estrangeiros, que inclui desde projetos de infraestrutura até incentivos para exportação.

Ao todo, 156 industriais de todo o país participam da missão. Com o objetivo de atrair o capital estrangeiro, o governo de Horácio Cartes acaba de aprovar a Lei de Parcerias Público Privadas. O plano e as vantagens de investimentos nas obras de infraestrutura foram apresentados aos empresários brasileiros pelo ministro de Indústria e Comércio do Paraguai, Gustavo Leite, que, há duas semanas, conversou com um grupo de 30 empresários na sede da CNI, em Brasília.

OBRAS - No encontro, ele destacou que, só para os projetos de infraestrutura urbana, o Paraguai precisará de US$ 2,8 bilhões nos próximos cinco anos e US$ 5,4 bilhões na próxima década. As obras incluem a revitalização do aeroporto de Assunção, a reforma do centro histórico para acomodar as linhas expressas de ônibus e o recapeamento das principais vias da cidade. As obras de redes e sistemas de água e esgoto de Assunção e Ciudad Del Este exigirão investimentos de US$ 1,8 bilhão.

A principal vantagem da Lei de Parcerias Público-Privadas é que o governo divide os riscos dos empreendimentos com os empresários. De acordo com o ministro paraguaio de Obras Públicas e Comunicação, Ramón Jiménez Gaona, o Paraguai já recebeu 13 empresas estrangeiras interessadas em investir em rodovias, saneamento, hidrovias e energia. Com a lei, os paraguaios esperam atrais US$ 32 bilhões em investimentos nos próximos cinco anos.

INCENTIVOS - Além dos projetos de infraestrutura, o Paraguai tem atrativos para os exportadores. A Lei Maquila (60/90) permite às empresas estrangeiras produzir e exportar pagando imposto único de 1% sobre o valor agregado. Atualmente, existem 52 empresas operando no regime Maquila no Paraguai, de acordo com o Conselho Nacional de Indústrias Maquiladoras de Exportação (CNIME). Os exportadoras também podem utilizar o Sistema de Preferência Geral (SGP) para vender mais de 6 mil produtos à Europa. O Brasil perdeu esse benefício em 1º de janeiro deste ano, porque não é mais considerado país em desenvolvimento.

Para afastar a insegurança jurídica, o Paraguai aprovou, no final do ano passado, a lei de responsabilidade fiscal. Conforme o presidente Horácio Cartes, a lei será a garantia de estabilidade para os investimentos no país. A Agência de classificação de riscos Moody's apontou a medida como um dos motivos da elevação da nota do Paraguai de BA3 para BA2.

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Edição:Filipe Scotti e Dâmi Radin

Reportagem:Dâmi Radin, Elida Ruivo, Ivonei
Fazzioni e Gabrielle Bittelbrun