Newsletter Semanal do Sistema FIESC  |  nº 169  |  23.06 a 30.06.2010  |  FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA
Indústria de SC confia na retomada da exportação em 2010


FIESC lança estudo Diagnóstico do Setor Exportador Catarinense (arte:MKT/FIESC)

Depois de um ano difícil par a exportação, a indústria catarinense está otimista quanto às perspectivas de retomada dos embarques. É o que mostra o estudo Diagnóstico do Setor Exportador Catarinense, lançado nesta quarta-feira (23) pela Federação das Indústrias (FIESC) com o apoio do Figwal Transportes Internacionais. Em relação às projeções dos embarques para 2010, 64% das empresas acreditam em perspectivas de crescimento, segundo o levantamento, realizado com 146 companhias ouvidas pela Federação.

Entre as empresas que preveem incremento nas exportações, 29% acreditam em alta de até 10% em comparação com 2009, 22% projetam aumento de 11% a 30% sobre o ano passado, enquanto que para 13% das companhias ouvidas, as exportações devem crescer mais de 30% em comparação com 2009. Por outro lado, 25% das empresas projetam estabilidade nos valores exportados e 11% estimam queda. Das companhias que preveem redução, 10% acreditam que a queda seja de até 30% quando comparadas a 2009.

Entre os motivos que levam as empresas pesquisadas a projetarem alta nas exportações estão a recuperação gradual da economia, diminuição do impacto da crise mundial, maior nível de confiança dos clientes externos, prospecção e abertura de novos mercados de exportação, aumento da carteira de clientes e mais investimentos no parque fabril e em inovação tecnológica.

Para as empresas que acreditam que as exportações serão inferiores ao ano passado, os motivos apontados são redução das compras por clientes estrangeiros, baixa generalizada nos preços internacionais dos produtos, queda do dólar frente ao real e falta de efetividade na aplicação dos incentivos fiscais.

Para as empresas que acreditam que as exportações serão inferiores ao ano passado, os motivos apontados são redução das compras por clientes estrangeiros, baixa generalizada nos preços internacionais dos produtos, queda do dólar frente ao real, falta de efetividade na aplicação dos incentivos fiscais e aquecimento do mercado interno.

Participação menor na receita: apesar do otimismo dos exportadores, a pesquisa traz um dado que deve ser avaliado com atenção, segundo a FIESC. O peso das exportações no total dos embarques está em queda. Para 49% das empresas ouvidas, o mercado externo representa atualmente menos de 10% do faturamento total. Em 2006, apenas 23% das empresas exportadoras pesquisas tinham menos de 10% de sua receita no mercado internacional.

Segundo o estudo, esse cenário se deve à perda de rentabilidade das companhias no exterior em função da valorização do real e pelo próprio aquecimento do mercado interno, que levou as empresas a redirecionar as vendas para atender as demandas domésticas.

De outro lado, o levantamento mostra que para 18% das empresas, as exportações representam mais de 50% do total faturado, enquanto 33% afirmaram que as vendas externas contribuem com valores entre 11 e 50% do faturamento global.

Quanto ao valor exportado, os cinco setores com mais participação na economia do estado em 2009 foram alimentos e bebidas, fumo, máquinas e materiais elétricos, móveis e madeira.

Emergentes: o estudo também mostra que os mercados emergentes devem ser o foco das ações de prospecção do grupo pesquisado, devido as estimativas de crescimento desses países acima da média mundial. O levantamento mostra que 59,5% das empresas devem investir em nações da América do Sul (23,5%), América Central (13%), Oriente Médio (12%) e África (11%). Mercados tradicionais com o europeu ocupam o segundo lugar no plano de expansão dos negócios com 16,5% e a América do Norte ocupa a terceira posição com 15,5%. Em seguida aparecem a Ásia com 7% e a Oceania com 1,5%.  

Outro tema abordado no estudo é a efetividade da atual política de comércio exterior. Para 65% das empresas, esse modelo não atende as necessidades e expectativas. Somente 35% das companhias consideram a atual política adequada. Sobre esse tema, a maior insatisfação dos empresários é com relação à política cambial vigente, que vem afetando a rentabilidade e a competitividade das empresas brasileiras em mercados externos. Também aparecem os custos elevados de produção, inadequação da infraestrutura logística e de transporte dos embarques.    

Diagnóstico: O trabalho é realizado anualmente desde 1999 e tem o objetivo de acompanhar o desempenho do setor exportador do estado. 

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Edição:Filipe Scotti e Dâmi Radin

Reportagem:Dâmi Radin, Elida Ruivo, Ivonei
Fazzioni e Gabrielle Bittelbrun