Newsletter Semanal da FIESC  |  nº 533  |  18.10 até 25.10.2017  |  FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA
» Encontro aproxima SC de países do sudeste da Ásia


Encontro foi realizado na FIESC, em Florianópolis (foto: Filipe Scotti)
A Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC) recebeu representantes da Associação das Nações do Sudeste Asiático (Asean) nesta terça-feira (17), em Florianópolis. A Asean é um bloco integrado por dez países: Brunei, Camboja, Cingapura, Filipinas, Indonésia, Laos, Malásia, Mianmar, Tailândia e Vietnã e veio buscar a ampliação do comércio e novos investimentos. Durante a reunião, representantes da FIESC apresentaram os principais números da economia catarinense e o perfil industrial, o Movimento Santa Catarina pela Educação e as ações em saúde e segurança.

"É importante falarmos de potencialidades e oportunidades. Santa Catarina pode ser a porta de entrada para o Brasil. Temos um bom ambiente de investimentos", afirmou o diretor de relações institucionais e industriais da FIESC, Carlos Henrique Ramos Fonseca. Ele lembrou que o Estado tem o tecido industrial tradicional, assim como uma política de desenvolvimento de setores ligados à inovação. "Procuramos transferir tecnologias para os segmentos tradicionais. Santa Catarina quer mostrar essa atratividade", declarou, lembrando que a INVESTE SC está à disposição para aproximar o Estado dos países do sudeste asiático.

A chefe de missão da Embaixada de Cingapura no Brasil, Siew Fei Chin, salientou que o país está presente no Brasil com diversos investimentos, entre eles, em estaleiros e em gestão de aeroportos (Galeão, no Rio de Janeiro). "O Brasil é o terceiro parceiro comercial de Cingapura na América Latina. Temos em Cingapura uma série de empresas brasileiras operando. Oferecemos infraestrutura eficiente e ambiente político e econômico estável", afirmou, lembrando que a Ásia como um todo tem um mercado de 3 bilhões de pessoas. "Podemos expandir as relações com Santa Catarina", disse.

O embaixador do Vietnã no Brasil, Do Ba Khoa, lembrou que o País tem 91 milhões de pessoas. "É pequeno em relação ao Brasil, mas é um mercado importante. É porta de entrada para um mercado de 630 milhões de consumidores", disse, lembrando que esse número contempla os países que participam da Asean. Segundo ele, no ano passado, o Vietnã cresceu 6,2%. Nos últimos trinta anos têm se renovado, conquistou estabilidade política e abertura econômica, o que atraiu investidores estrangeiros. "Temos longa história de cooperação com o Brasil, mas podemos avançar", resumiu.

"Temos condições de ampliar a balança comercial", disse o embaixador da Tailândia no Brasil, Surasak Suparat. Ele também destacou as principais políticas de atração de investimentos do País, e disse que há interesse em segmentos como máquinas e suas partes, óleo, produtos químicos, partes de automóveis, circuitos elétricos integrados e aparelhos elétricos. O PIB do País cresceu 2,8% em 2015, a taxa básica de juros é 1,5%, a taxa de desemprego é 0,94% e o PIB per capta anual é US$ 5.893.

Eric Valenzuela, encarregado de negócios interino da Embaixada das Filipinas no Brasil, disse que há desafios para a ampliação do comércio, mas também muitas oportunidades. "O crescimento econômico das Filipinas tem se mantido por mais de três décadas. É uma economia que cresce rapidamente. A economia do País passou por transformação estrutural, baseada mais em investimento do que em consumo e na indústria em vez do setor de serviços. As duas estratégias são altamente geradoras de emprego", disse. Segundo ele, embora a macroeconomia pareça robusta, a desigualdade entre regiões e entre famílias permanece alta e a pobreza crônica persiste nas Filipinas.

As exportações catarinenses para os países que compõem a Asean totalizaram US$ 205 milhões de janeiro a setembro. O grupo é o oitavo principal destino dos embarques do Estado. Entre os principais produtos vendidos estão carne de aves, soja, carne suína, partes de motor, motor elétrico e bombas de ar. No mesmo período, Santa Catarina importou US$ 529 milhões. Entre os principais produtos estão cobre refinado, polímeros de etileno, fios de filamentos sintéticos, pneus de borracha, entre outros.

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Institucional:Elmar Meurer

Edição:Filipe Scotti e Dâmi Radin

Reportagem:Dâmi Radin, Elida Ruivo, Ivonei
Fazzioni e Gabrielle Bittelbrun