Newsletter Semanal do Sistema FIESC  |  nº 186  |  06.10 até 13.10.2010  |  FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA
Jornalistas apontam desafios no cenário econômico para 2011
Questões como o câmbio e o mercado dos Estados Unidos e Europa ainda vão merecer atenção especial da economia brasileira no próximo ano. Essa é a avaliação comum dos jornalistas Cláudio Loetz, do jornal A Notícia (Joinville), Estela Benetti, do Diário Catarinense, e Lourival Karsten, do Correio do Povo (Jaraguá do Sul), durante painel promovido em Jaraguá do Sul na terça (5). O evento fez parte do SENAI Casa Aberta, que segue em diversas unidades da instituição no país até esta quinta (7).

Para Estela Benetti, uma das questões que o próximo governo vai precisar avaliar é a taxa de câmbio, para diminuir a dificuldade que algumas empresas estão tendo em exportar. No entanto, a jornalista acredita que o dólar baixo vai perdurar pois mais tempo, em função do peso das commodities na balança comercial. Citando analistas, Estela apontou ainda que o ritmo de crescimento para 2011 será menor, cerca de 5%. "Não há como crescer de forma permanente com o baixo índice de poupança e de investimento que temos. A China, por exemplo, cresce mais porque investe 40% do PIB", disse.

O jornalista Cláudio Loetz destacou que a economia catarinense é dependente de países como Estados Unidos, Argentina ou das nações europeias - e esses mercados ainda não se recuperaram totalmente da crise internacional. Para Loetz, a concorrência internacional também tem levado as empresas a mudaram seus modelos de negócio. Ele citou casos de empresas que planejam construir fábricas na China ou que optaram por importar componentes fabricados na Ásia. Na opinião do jornalista, programas catarinenses como o Proemprego e o Prodec estimulam a importação, mas prejudicam o emprego no estado. "Proemprego é problema e não solução. Por isso, a tendência é que as empresas pressionem o novo governo estadual", afirmou.

Já Lourival Karsten destacou que os baixos estoques de milho e algodão nos Estados Unidos podem ser uma oportunidade para que caiam as barreiras sanitárias que hoje limitam o desempenho da agroindústria no país. O jornalista também lembrou alguns gargalos que a economia brasileira enfrenta, e citou que, hoje, cerca de 100 navios aguardam para descarregar no Brasil, por falta de capacidade dos portos. Karsten também reforçou a demanda das empresas por profissionais capacitados.

"Se eu estivesse começando minha carreira hoje, faria um curso técnico. Eles ajudam a seguir com planos futuros pois o mercado de trabalho é garantido. E o Sistema "S" tem tido grande importância no processo de formação, pois os institutos federais ainda não chegaram em um patamar de qualidade desejável", afirmou Lourival Karsten.

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Edição:Filipe Scotti e Dâmi Radin

Reportagem:Dâmi Radin, Elida Ruivo, Ivonei
Fazzioni e Gabrielle Bittelbrun