Newsletter Semanal do Sistema FIESC  |  nº 209  |  30.03 até 06.04.2011  |  FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA
A melhor escola de competitividade é a exportação


Consultor italiano, Nicola Minervini, durante workshop na FIESC (foto: Dâmi Radin)
Com o mercado interno aquecido, é difícil falar em exportação para pequenas empresas, mas essa é a melhor escola para ser competitivo, afirmou o italiano Nicola Minervini, autor do livro "O Exportador". Durante palestra na FIESC, realizada na terça-feira, dia 29, Minervini disse que é no mercado internacional que as companhias se confrontam com a concorrência e percebem que o seu produto pode melhorar.

Normalmente, a exportação é vista mais no âmbito da grande empresa pelo fato de haver ganhos de escala, mas o especialista afirma que a pequena empresa deve focar na diferenciação de produto e não na liderança de custos. Ele lembra que independentemente do porte da companhia, é arriscado depender só do mercado interno, pois o país sempre atravessa crises cíclicas, com momentos de euforia e recessão. "Se na época de crise a empresa depender só do mercado interno, vai ter que enfrentar toda a adversidade, mas se ela vende para o exterior, consegue ser menos afetada", disse.

Ele lembra que na Europa é comum as pequenas serem exportadoras. Para ganhar mercado, elas formam uma rede de empresas que tem produtos complementares. Juntas elas buscam capacitação, tecnologia, diferenciação de produto, promoção comercial e criam uma marca. Os custos são divididos e todos são beneficiados com pouco investimento.

Minervini afirma que juntando experiências e recursos e deixando a competição interna de lado, as empresas brasileiras podem ir ao exterior. "As pequenas empresas têm pouco futuro tentando ganhar mercado sozinhas. O trabalho em rede é a alternativa de ingresso no exterior", ressaltou.

Apesar da crise na Europa, o consultor lembra que a região tem um mercado de 500 milhões de consumidores. Para ele, a forma mais prática de ingresso é por meio da participação em feiras internacionais, que é o lugar onde se inicia um processo de estratégia comercial e de conhecimento da concorrência.

Hoje, a taxa de câmbio é considerada um obstáculo às vendas ao mercado internacional, mas, para o especialista, sem capacidade exportadora pode se ter o melhor câmbio do mundo que não se consegue exportar um real.

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Institucional:Elmar Meurer

Edição:Filipe Scotti e Dâmi Radin

Reportagem:Dâmi Radin, Elida Ruivo, Ivonei
Fazzioni e Gabrielle Bittelbrun