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Empresa precisa ver valor no serviço prestado pelo sindicato

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Publicado em: 17/09/2014
Empresa precisa ver valor no serviço prestado pelo sindicato
Marcelo Minutti durante palestra no encontro promovido pela FIESC (foto: Heraldo Carnieri)
Florianópolis, 17.9.2014 - Para que mais empresas associem-se aos sindicatos de indústria e permaneçam filiadas, as companhias precisam perceber o valor dos serviços prestados pelas instituições sindicais. Para isso, é fundamental que o secretário-executivo tenha um bom relacionamento com as empresas, conheça as demandas do setor que representa, encaminhe os pleitos e dê resposta. A recomendação é do especialista Marcelo Minutti, que ministrou palestra durante encontro de secretários-executivos, promovido pela Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), nesta quarta-feira (17), em Florianópolis.

Na abertura do evento, o presidente da FIESC, Glauco José Côrte, disse que a entidade tem feito um grande esforço para estar perto da indústria e os secretários-executivos têm papel importante pela proximidade que têm com o setor. "Reafirmo a importância do encontro para alinharmos as nossas ações. O melhor canal que temos entre as demandas da indústria e as condições de atendimento que podemos dar é através dos encaminhamentos feitos pelos sindicatos. Estamos plenamente convencidos que é por meio dos sindicatos que vamos conhecer e atender melhor a indústria catarinense", ressaltou.

Minutti, que é formado em administração e possui diversas certificações por instituições reconhecidas internacionalmente, destacou que o mercado mudou muito e a concorrência afeta inclusive os sindicatos que, muitas vezes, competem com outras instituições que também fazem trabalho de representação. "A empresa compara o trabalho feito pelo sindicato e pela concorrência e vai optar pela entidade que entregar o melhor. O caminho para isso é o relacionamento, que tem papel fundamental no ecossistema de representação", disse, lembrando que o presidente do sindicato é a liderança, mas tem papel mais de planejamento e de construção de pontes. "Contudo, a execução das ações depende totalmente do executivo. Sem ele o sindicato fica só no planejamento e as coisas não acontecem", salientou. À plateia, o especialista disse, ainda, que a empresa é um cliente. "O sindicato só entenderá a necessidade dela se investir em relacionamento e focar o tempo e o esforço no que faz a diferença e agrega valor ao cliente", finalizou.






 

 


Dâmi Cristina Radin
Assessoria de Imprensa da FIESC
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