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Côrte reforça a sindicatos a importância da educação e da competitividade

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Publicado em: 20/04/2013
Côrte reforça a sindicatos a importância da educação e da competitividade
Encontro realizado em Xanxerê, na sexta-feira (19) (foto: Dâmi Radin/FIESC)
Xanxerê, 20.4.2013 - "No Sistema FIESC temos um foco que é melhorar a competitividade da indústria. Para isso precisamos investir em educação. Não temos outra forma", afirmou o presidente da entidade, Glauco José Côrte, durante encontro em Xanxerê, que reuniu lideranças empresariais e representantes de sindicatos de indústria do Oeste e do Extremo-Oeste de Santa Catarina, na noite desta sexta-feira (19). Côrte lembrou que em preço dificilmente o país consegue competir com os concorrentes, por isso, é preciso investir em criatividade, no design, e na logística para agilizar o atendimento aos clientes. "Isso passa pela educação. Jamais teremos um trabalhador mais produtivo se não melhorarmos o nível de escolaridade", reforçou ele, a uma plateia formada por industriais dos setores metalmecânico, plástico e construção civil.

Ainda sobre a questão da educação, o presidente da FIESC destacou que há consciência no Brasil de que é fundamental se investir em educação. "Entramos numa onda que dificilmente vamos retroagir. Temos feito um esforço muito grande para investir em programas na área, como é o caso do Movimento A Indústria pela Educação, liderado pelo Sistema FIESC. Sem melhoria da escolaridade não vamos aumentar a produtividade", completou.

Para contribuir com a melhoria do quadro educacional do Estado, o Movimento tem previsão de realizar 800 mil matrículas até 2014 em formação básica, continuada, profissional, executiva e em programas de estágio, por meio do SESI, SENAI e IEL.

Acompanhado pelo vice-presidente regional da FIESC, Waldemar Schmitz, Côrte visitou empresas em Saudades e em Xanxerê, onde também falou sobre as perspectivas da economia. Ele destacou que no ano passado houve frustração de expectativas. As projeções indicavam crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) da ordem de 4%, mas 2012 terminou com expansão de apenas 0,9%. "O crescimento do poder aquisitivo das famílias tem sido responsável pelo crescimento da economia. O aumento do poder aquisitivo se atribui muito aos programas sociais do governo, mas, estudos do IPEA (instituto de pesquisa do governo federal) mostram que o que realmente influencia no crescimento da renda é o emprego", afirmou Côrte.

Ela também lembrou que o baixo investimento, tanto do setor público quanto do privado, também refletiu no "desempenho frustrante" da economia no ano passado. Para finalizar, o presidente da Federação disse que 2013 não será tão bom quanto se imaginava - a previsão inicial era de fechar o ano com crescimento de 4% no PIB, mas a Confederação Nacional da Indústria (CNI) revisou para 3%. Apesar desse cenário, ele destaca que 2013 será um ano de preparação da economia para um crescimento maior em 2014.





Dâmi Cristina Radin
Assessoria de Imprensa do Sistema FIESC
48 3231-4670 / 48 8421-4080
damicr@fiescnet.com.br



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