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"Sindicatos devem estar cada vez mais próximos da indústria"

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Publicado em: 16/08/2013
"Sindicatos devem estar cada vez mais próximos da indústria"
Presidente da FIESC, Glauco José Côrte, no Encontro de Secretários Executivos (foto: Filipe Scotti/FIESC)

Florianópolis, 16.8.2013 - Na abertura do 7º Encontro de Secretários Executivos, o presidente da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), Glauco José Côrte, afirmou que os sindicatos devem estar cada vez mais próximos da indústria para conhecê-la, entendê-la e ter condições de atender as demandas ou dar encaminhamento a elas. "Temos grande orgulho do nosso sistema sindical, do nosso modelo também. Temos orgulho de dizer que somos o Estado que mais tem sindicatos industriais filiados. Isso mostra bem o espírito associativo do industrial de Santa Catarina", disse. 

O encontro se iniciou na quinta-feira (15), em Florianópolis, no Centro de Eventos da FIESC, e se encerrou nesta sexta-feira. Côrte falou a um grupo formado por 55 secretários executivos, que representam 74 sindicatos de indústria filiados à Federação. Ele também afirmou que é preciso prestar um bom serviço e estar próximo da indústria. "Temos que ser pró-ativos. Temos que ser agentes de mudança", destacou, afirmando que a indústria de hoje é muito diferente daquela de cinco anos atrás. O presidente da FIESC disse ainda que a entidade está empenhada em ampliar a representatividade industrial.

Durante mesa-redonda sobre como atrair e manter associados, a secretária executiva do Sindicato das Indústrias de Cerâmicas e de Olarias
do Oeste do Paraná (Sindicer Oeste), Adriana Bayer, chamou a atenção para a importância das ações de relacionamento com os empresários. "Nosso principal objetivo é ir à indústria, ao chão de fábrica, e verificar a real necessidade dos empresários para atendê-la de alguma forma", disse. Ela informou que pesquisa feita pelo sindicato mostra que 98% dos empresários ouvidos querem a visita do executivo na empresa. "Essa é uma das principais ações que desenvolvemos", afirmou.

O Sindicer tem 97 empresas formais na sua base territorial que fabricam telhas e tijolos de barro. Desse total, 45 são filiadas à instituição. "Quando tem um sindicato forte, a indústria ganha toda a representatividade possível. O sindicato existe justamente para defender e representar os empresários. Buscamos deixar bem claro aos industriais que eles têm um sindicato atuante e reconhecido pela sociedade", finalizou.

Durante painel sobre associativismo e competitividade, o especialista Luciano Pinheiro disse que o associativismo é uma forma de reunir empresas em torno de um objetivo comum. "Normalmente começa com um problema. Temos alguma dificuldade nas nossas empresas e nos unimos porque é muito mais fácil conseguir soluções em conjunto. Esse é o princípio básico do associativismo. A partir do momento em que se resolve o problema, percebemos que trabalhar juntos também nos faz ser mais competitivos e dá mais resultados", afirmou.

O encontro, que se encerrou ao meio-dia desta sexta-feira, também teve palestra sobre "atitude empreendedora na atividade sindical", proferida pelo autor do livro "Assim nasce uma empresa", Vicente Sevilha. Além disso, também foi realizado o workshop "Criando um plano de trabalho para atrair e manter associados", com a coach Anna Zaharov.



Dâmi Cristina Radin
Assessoria de Imprensa da FIESC
48 3231-4670 | 48 8421-4080
damicr@fiescnet.com.br



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