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FIESC premia melhores práticas educacionais da indústria no dia 23

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Publicado em: 23/10/2014
FIESC premia melhores práticas educacionais da indústria no dia 23
Indústrias foram reconhecidas por práticas educacionais. Foto: Marcos Campos

Florianópolis, 13.10.2014 - A Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC) premiou nesta quinta-feira, dia 23, as nove empresas vencedoras do Prêmio FIESC A Indústria pela Educação. A iniciativa identificou as melhores práticas educacionais executadas por companhias catarinenses. Mais de cem projetos foram inscritos. A entrega do prêmio ocorreu durante a segunda edição do Workshop Internacional de Educação, realizada na sede da Federação.

Questões como o impacto na produtividade do trabalhador, a coerência em relação ao planejamento da companhia e a disseminação da prática estão entre os itens analisados pelos jurados. Foram premiadas empresas que adotam estratégias para elevar a escolaridade dos seus trabalhadores, a qualificação profissional e tecnológica ou que executam programas de desenvolvimento de competências, de acordo com o porte: pequenas (até 99 colaboradores), médias (de 100 a 499 colaboradores) e grandes (acima de 500 colaboradores).

As práticas foram avaliadas por representantes da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH/SC); do Conselho Estadual de Educação; da Fundação Maurício Sirostsky Sobrinho; do Instituto Federal de Educação; da União dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), e da Secretaria Estadual de Educação.

Workshop Internacional

Educação de qualidade e competências para o século XXI esteve entre os temas centrais da conferência internacional que contou com a participação da presidente do Instituto Ayrton Senna, Viviane Senna, e de especialistas da Polônia e da Finlândia. O encontro, reuniu lideranças empresariais, gestores municipais e educadores.

Conheça as práticas vencedoras:

Categoria Elevação da escolaridade básica:

Sincol, de Caçador (grande empresa): criou o programa EducaSin, em parceria com o SESI, para elevação das escolaridade dos trabalhadores. Eles recebem transporte gratuito, alimentação e têm acesso à biblioteca da Sincol. O objetivo da iniciativa é ter 80% dos colaboradores da companhia com o ensino básico completo.

BN Papel Catarinense, de Benedito Novo (média empresa): até 2016, a empresa quer ter 90% dos seus colaboradores com a educação básica completa. A meta foi estabelecida no programa Fundamentando Sonhos, criado para melhorar os índices de escolaridade dos trabalhadores. Entre os incentivos estão o subsídio para consultas oftalmológicas e óculos e a promoção condicionada ao nível de escolaridade. A empresa de médio porte já foi reconhecida duas vezes consecutivas como uma das melhores empresas para trabalhar em Santa Catarina.

Nord Electric, de Chapecó (pequena empresa): em parceria com outras 13 indústrias da região, a Nord Eletric implantou programa de educação básica articulada com o ensino profissionalizante. O programa é aberto ainda a comunidade do entorno e as aulas ocorrem na sede do Programa Viver, que oferece infraestrutura completa para a realização das atividades. A capacitação contínua integra plano de desenvolvimento de pessoas da empresa.

Categoria Qualificação profissional e tecnológica do trabalhador:

Zen
, de Brusque (grande empresa): promover o aprendizado contínuo é diretriz estratégica da companhia que, apenas em 2013, realizou quase 55 mil horas de treinamento. Mais de mil bolsas de estudo já foram concedidas aos trabalhadores. Pelo menos 60% das oportunidades profissionais que surgem na Zen são preenchidas por colaboradores. Outro resultado do investimento em educação é um comportamento mais seguro por parte dos trabalhadores, que representou uma redução de 78% no índice de afastamento.

Plasson do Brasil, de Criciúma (média empresa): a empresa desenvolve desde 2008 o Programa Bolsa de Estudo e Treinamento Plasson, que subsidia de 30% a 50% os cursos técnicos e de graduação, além de cursos de idiomas. Colaboradores que frequentam especializações podem ter até 100% de subsídio do programa. Entre os principais resultados desta prática estão a retenção e atração de talentos.

J.A Indústria de Máquinas, de São Miguel do Oeste (pequena empresa): a elevação da produtividade e a inovação são os impactos mais relevantes do investimento que a indústria fez na qualificação dos seus trabalhadores. Cursos oferecidos por meio do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) têm contribuído para o aperfeiçoamento das técnicas de trabalho.

Categoria Programa de Desenvolvimento de Competências:

Portobello, de Tijucas (grande empresa): o Programa de Desenvolvimento e Crescimento criado pela companhia em 2010 gerou, até este ano, um ganho de 31% de produtividade. O resultado se justifica pelos investimentos na capacitação dos colaboradores da Portobello, que em 2013 ofereceu mais de 48,5 mil horas de treinamento.

Sopasta, de Tangará (média empresa): a Sopasta, indústria de papel e embalagem, elaborou um programa para o desenvolvimento de líderes que inclui coaching e capacitações para todos os colaboradores. Entre os resultados, a companhia destaca a redução das faltas ao trabalho e da rotatividade.

Laticínio Santa Bárbara, de Lacerdópolis (pequena empresa): a Laticínios Santa Bárbara relata a queda da rotatividade como um dos principais resultados obtidos com a implantação de um programa de desenvolvimento de competências. O projeto, que ganhou o nome Educar para crescer, possibilita que os 30 trabalhadores empregados pela empresa usufruam de capacitações oferecidas em parceria com o SESI/SC, entidade da FIESC.


Elida Hack Ruivo
Assessoria de Imprensa da FIESC
48 3231-4244 | 48 9176-2505
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