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Indústria de SC avança na conquista do mercado japonês de carne suína

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Publicado em: 05/03/2014
Indústria de SC avança na conquista do mercado japonês de carne suína
Presidente da FIESC, Glauco José Côrte, durante encontro com importadores japoneses em Tóquio (foto: divulgação FIESC)

Florianópolis, 5.3.2014 - Santa Catarina deu nesta semana mais um passo importante para a conquista do mercado japonês de carne suína, avalia o presidente da Federação das Indústrias (FIESC), Glauco José Côrte, que lidera missão da entidade à maior feira de alimentos da Ásia, a International Food and Beverage Exhibition (Foodex), que é realizada em Tóquio. Durante o evento, as empresas brasileiras realizaram encontros com 70 importadores japoneses de carne suína.

A iniciativa ocorre oito meses após a realização, pela FIESC, também em Tóquio, de seminário, com importadores japoneses, em junho do ano passado, pouco antes do anúncio do credenciamento catarinense para exportar ao Japão. O esforço em curso agora, explica Côrte, é a conquista de negócios e por isso a presença no evento tem tanta importância. "Assim como fizemos em relação à carne do frango, temos que vir aqui, conversar, expor, apresentar os nossos produtos, para ganharmos participação significativa no disputado mercado japonês de carne suína", disse.

Nesta quarta-feira (5) ele apresentou a indústria catarinense e defendeu os diferenciais da carne suína do Estado. "Nossa indústria tem poder competitivo em sanidade, plantas modernas, preço, qualidade e tradição de pontualidade, comprovada no fornecimento de carne de frango ao Japão há mais de 30 anos", disse. E acrescentou: Santa Catarina é o principal produtor e exportador brasileiro de carne suína. Nos últimos cinco anos foi responsável, em média, pela produção de 760 mil toneladas ao ano e por quase um terço das exportações brasileiras de carne suína, o que corresponde a aproximadamente US$ 400 milhões anuais.

O esforço catarinense em busca de espaço no mercado japonês representa oportunidade de diversificação de destinos para exportação do Estado, além de representar um atestado de qualidade que pode ser decisivo também para a conquista de vendas para outros países, já que o Japão é reconhecido como um comprador extremamente exigente. O país é o maior importador de carne suína do mundo. Importou, em média, US$ 4,5 bilhões de carne suína anualmente, nos últimos cinco anos, o equivalente a 17% do comércio mundial.  Neste período, a taxa de crescimento das importações japonesas de carne suína, de 7% ao ano, foi superior à média mundial, que foi em torno de 5% anuais.

Além das reuniões com importadores, a delegação brasileira no evento também realizou contato com a imprensa japonesa, em coletiva que contou com a presença de 30 jornalistas, onde a sanidade do produto catarinense foi destaque.

O grupo da FIESC é integrado também pelo vice-presidente estratégico da entidade e presidente da Aurora, Mário Lanznaster, e pelo diretor de relações industriais, Henry Quaresma. Além de indústrias, também estão em Tóquio representantes da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), do Sindicato da Indústria da Carne de Santa Catarina (Sindicarne) e da União Brasileira de Avicultura (Ubabef), que lançou campanha global de branding do frango brasileiro na feira.

A presença brasileira no evento foi a mais expressiva até agora, com pavilhão próprio e a presença de 72 empresas, das quais seis catarinenses.



Elmar Meurer
Assessoria de Imprensa da FIESC 
(48) 3231-4672 /  (48) 8421-4070
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