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Na FIESC, Afif defende participação das pequenas no mercado externo

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Publicado em: 11/03/2014
Na FIESC, Afif defende participação das pequenas no mercado externo
Durante reunião em Florianópolis, presidente da FIESC, Glauco José Côrte, entregou documento para ministro (Foto: Heraldo Carnieri)

Florianópolis, 11.3.2014 - O ministro da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos, defendeu o aumento da participação das micro e pequenas empresas na pauta de exportação do Brasil. Para isso, solicitou a ajuda de Santa Catarina na criação de um modelo para o Brasil. Afif participou de reunião-almoço na Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), na qual, o presidente da entidade, Glauco José Côrte, entregou um documento em que defende a universalização do Simples Nacional e a redução da burocracia para o segmento. O encontro foi realizado em Florianópolis, nesta terça-feira (11), com a presença de empresários, parlamentares, entre outras autoridades.

A proposta de Afif está em linha com o Programa Estratégico para a Internacionalização da Indústria Catarinense, lançado pela FIESC no ano passado. A iniciativa está focada nas micro, pequenas e médias empresas, que em Santa Catarina têm participação maior nas transações internacionais do que a média nacional. O programa trabalha em cinco eixos: promoção comercial, atração de investimentos, capacitação e infraestrutura, fomento de parcerias e inteligência competitiva.

"O segmento enfrenta desafios em suas operações como, dificuldades de acesso ao crédito e, na prática, o sistema tributário retira as condições favoráveis e necessárias ao desenvolvimento das micro e pequenas. Todo o apoio que o governo conferir a estas empresas, certamente, retornará em novos investimentos e em geração de empregos, pavimentando o desenvolvimento sustentável do País", disse Côrte.

No documento entregue ao ministro, a FIESC também apoia a implantação da Rede Nacional de Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios, a Redesim. Quando em operação, este sistema permitirá a abertura, fechamento, alteração e legalização de empresas em todas as juntas comerciais do Brasil, simplificando procedimentos e reduzindo a burocracia ao mínimo necessário. A previsão é que a Redesim esteja no ar em junho próximo.

"Um dos grandes caminhos para a indústria é o mercado internacional. Quando olhamos a participação das micro e pequenas no mercado externo é praticamente nulo. Há desejo do empresário de participar, mas há impossibilidade da prospecção de negócios, além das barreiras aduaneiras", afirmou o ministro. Ao pedir a ajuda de Santa Catarina para criar um modelo que estimule as empresas a exportar, Afif informou que em âmbito federal será um "desatador de nós" para viabilizar a maior participação desse segmento no exterior. "Não temos que nos acomodar no grande mercado interno. Chegou a hora de buscarmos essa prospecção", disse. 

Números: Em Santa Catarina, as microempresas e as companhias de pequeno porte somam 99% do número de estabelecimentos e empregam 56% dos trabalhadores. Especificamente na indústria, o número ultrapassa 97% dos estabelecimentos, que empregam 52% dos trabalhadores. 



 


Dâmi Cristina Radin
Assessoria de Imprensa da FIESC
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